Prova de historia:
Livro de historia:
Pág: 13, 14, 15, 16, 17, 21, 22, 25, 26.
Atividades e anotações no caderno
Partes grifadas no livro:
1)Entre os séculos XII e XIV, diversos lugares da europa influenciaram a intensificação de movimentos populares contra a exploração sofrida pelos trabalhadores nos campos ou a cobrança abusiva de taxas e impostos.
2) Numa época em que não era a riqueza que determina a posição social do indivíduo, mas era a posse e privilégios que propiciava ao seu detentor poder e fontes de rendimentos, o reino da frança foi palco de uma violenta guerra social entre as "ordens" conhecida como jacquerie. Esse nome se refere ao fato de que na frança do século XII, os camponeses geralmente usavam uma roupa curta é chamada a jacque, sendo, por isso, apelidados de "jacques".
3) A sociedade de ordens se baseava no princípio de desigualdade e refletia uma hierarquia em que não havia mobilidade, ou seja, era rara a possibilidade de mudança de um grupo social para outro.
4) O clero e a nobreza eram ordens privilegiadas (estavam isentos de impostos, recebiam rendas, tinham um tribunal próprio)o povo estava sujeito a pesados impostos e outras obrigações para com as demais ordens.
5) Assim, como em outras revoltas da época, o motivo principal estava na resistência aos impostos
6) a população de várias comunidades, insatisfeita com as situações de leis de trabalho a que era submetida, rebelou-se por conta do pagamento de impostos extras. Mesmo tendo sido vencedores, os nobres ficaram com receio de novas revoltas, deixaram de exigir a corveia e passaram a facilitar a libertação dos servos mediante uma indenização.
7) Nos séculos XIII a XV, grandes centros artesanais da época, a começar por Flandres (região da atual bélgica), seguido por cidade italianas (Veneza, Génova, Florença e Roma) e alemãs (Nordhausen, Hamburgo, Constância e Colônia) também foram palco de conflitos não apenas contra os impostos nessa época - as corporações de artesãos também chamadas "corporações de ofício" - estavam ganhando importância, entrando em disputa com os nobres pelo poder na administração das comunidades locais.
8) também nesses casos, a falta de organização durante o desenrolar das revoltas e a falta de clareza quanto aos objetivos políticos foram fatores que contribuíram para o insucesso da maioria das revoltas.
9) O termo "Feldalismo" surgiu muito tempo depois do momento a que se refere, para disignar uma realidade histórica que melhor se adequava às caracteristicas de uma sociedade que nasceu com a desagregação do império Romano, e que se diferenciava das anteriores sobretudo pela fragmentação do poder político e exploração dos camponeses pelos senhores da terra. A posição social das pessoas será determinada pela quantidade de terras que possuíam e, sobretudo, por um "contrato" social entre elas, tanto no que se refere a questões militares como econômicas, dando lugar a uma forma de relação social.
10) O termo "feudo" ganhou popularidade no vocabulário jurídico medieval a partir do século XI, aparecendo nos documentos para designar, de modo geral, um determinado bem concedido por alguém em troca de prestação de serviços.
11) O feudo, por outro lado, poderia ser um castelo ou o direito de receber impostos, cunhar moedas, ocupar cargos ou disfrutar de privilégios e insenções fiscais.O benefíciado pela concessão, daí em diante, tornava se vassalo de quem concedeu o bem, devendo prestar-lhe ajuda militar quando necessário, representá-lo no feudo, fornecer-lhe apoio administrativo político.
12) com o declínio dos povoados romanus a chegada de sarracenos, magiares e vikings à Europa dos séculos IX e X ( reveja o capítulo 5, do livro anterior a esta coleção), a diminuição do comércio e a decomposição das estradas pavimentadas, os camponeses
- a maior parte da população- passou a dispor, para sobreviver, apenas recursos dos arredores.
- a maior parte da população- passou a dispor, para sobreviver, apenas recursos dos arredores.
13) O trabalho era feito do nascer ao pôr do sol com ferramentas frágeis e inadequadas; o descanso acontecia em pequenas cabanas, geralmente compostas por um aposento onde dormiam todas as pessoas, com suas galinhas, porcos e, em dias muito frios, vacas e ovelhas, casa família fosse rica suficiente para tê-las.
14) Dentre os camponeses a maioria não possuir nenhum bem e dependia inteiramente do senhor feudal: eram os servos. Os poucos camponeses livres podiam se tornar artesãos, como moleiros ou ferreiros. No entanto, mesmo nesse casos, todos deviam prestar serviços e pagar imposto ao senhor chamado de corveia. Os servos não eram escravos, mas estavam ligados à terra onde nasceram, ou seja, faziam parte dos bens do senhor. A propriedade senhorial era toda a sua existência; eles não podiam se quer se mudar ou casar sem a permissão do senhor. A única forma de vida que conheciam era comunitária, pois ninguém era rico suficiente pra ter seus próprios animais e ferramentas. O trabalho para o próprio sustento deveria ser feito conjuntamente, cada um oferecendo o que tinha, mesmo que você fosse somente sua força de trabalho. A alimentação dos camponeses era composta de pão e legumes, às vezes enriquecida com algum ovo, queijo ou carne. A má alimentação deixava a população enfraquecida e aibda mais sujeita a doenças queproliferação facilmente diante da falta generalizada de higiene.
15) No final do século V, a sobrevivência, da igreja católica, que havia se expandido juntamente com o império romano, estava ameaçada pelo assédio dos povos germânicos e não cristãos que avançavam cada vez mais dentro dos domínios do império. Foi a conversão e batismo de Clóvis*, rei dos francos, e de cerca de 3.000 de seus guerreiros, no Natal de 496, que possibilitou à igreja católica tornar se a instituição mais poderosa, da europa entre os séculos VI e XVI. Além de orientar moralmente as pessoas e oferecer conforto espiritual, a igreja era a maior detentora de terras da época. Seus cofres estavam cheios, devido pagamento de dízimos e taxas e adorações da nobreza. As marcas desse poder estão presentes ainda hoje em grandiosas catedrais espalhadas pelo continente.
16) Para ensinar os fundamentos da religião cristã a uma população majoritariamente analfabeta, as igrejas, construídos principalmente entre os séculos IX a XII, tinham portais e colunas esculpidos com cenas bíblicas, cuja disposição das imagens revelam a visão do mundo das pessoas da época. A entrada da catedral Conques, no sul da França, é um bom exemplo de desse o conhecido como romântico.
17) outros exemplos da força da religião sobre as polulações da Europa Ocidental podem ser vistos na imponência das catedrais góticas dos séculos XIII a XV, cuja altura faz com que as pessoas se sintam minúsculas em seu interior e inibe a deus pela combinação de luz e cores que penetram através de numerosos vitrais. Assim como nas igrejas românticas, essas janelas retratam normas de condutas, história de santos ou do cotidiano do período em que foram construídas.
RELAÇÕES ENTRE SUSERANIA E VASSALAGEM:
Não eram somente servos e senhores que viviam em função dos feudos. Havia também homens livres e vilões (moradores de vilas ou de pequenos provações), que, para terem direito de plantar e colher em suas terras, trabalhavam também nas terras do senhor, pagando-lhe a corveia.
Além do aspecto econômico, havia também práticas políticas e simbólicas, em que se estabeleciam relações de fidelidade entre os nobres e o rei, conhecidas como acordou suserania e vassalagem.
A principal obrigação do vassalo é prestar serviço militar ao seu suserano, disponibilizando suas tropas sempre que houver necessidade.
O suserano, por sua vez, deveria garantir a proteção de seus vassalos e ceder-lhes um feudo.
É interessante notar que um vassalo poderia se torna suserano de outros nobres, formando uma complexa rede de relações de proteção da região em que viviam. Alguns autores indicam essa relação de fidelidade como uma herança dos povos germânicos, nos quais, embora tivessem uma estrutura de poder bastante descentralizada, os chefes dos clãs guerreiros firmavam alianças militares provisórias, em que um guerreiro jurava fidelidade a um chefe militar, o qual, por sua vez, comprometia-se a proteger seu comandado.
Além do aspecto econômico, havia também práticas políticas e simbólicas, em que se estabeleciam relações de fidelidade entre os nobres e o rei, conhecidas como acordou suserania e vassalagem.
A principal obrigação do vassalo é prestar serviço militar ao seu suserano, disponibilizando suas tropas sempre que houver necessidade.
O suserano, por sua vez, deveria garantir a proteção de seus vassalos e ceder-lhes um feudo.
É interessante notar que um vassalo poderia se torna suserano de outros nobres, formando uma complexa rede de relações de proteção da região em que viviam. Alguns autores indicam essa relação de fidelidade como uma herança dos povos germânicos, nos quais, embora tivessem uma estrutura de poder bastante descentralizada, os chefes dos clãs guerreiros firmavam alianças militares provisórias, em que um guerreiro jurava fidelidade a um chefe militar, o qual, por sua vez, comprometia-se a proteger seu comandado.
Feudalismo:
*Feudalismo (séc. V até XIV): a orgazação medieval do ocidente Europeu. Nesse período houve consideravel migração das cidades para o campo.
*politica (descentralização do poder): no mundo feudal o poder político devidia-se entre os senhores feudais, isso é, proprietários de grandes extensões de terras, os feudos.
*sociedade (ordens ou estamentos)
*Nobreza: constituída pelos proprietários de terra, dedicavam-se ao serviço militar (bellatores).
*Clero: constituída pelos membros da igreja católica. Tinha grande influência política e ideológica (oratores).
*Servos: constituíam a maioria da população camponesa eram os laboratores, realizavam dos trabalhos necessários à resistência sociedade.
*Corveia: trabalhar gratuitamente alguns dias da semana nas terras exclusivas do senhor feudal.
*Talha: obrigação de entregar parte da produção agrícola do senhor feudal.
*Bonalidades: pagamento pela utilização de ferramentas e equipamentos (celeiros, fornos etc...)
2 comentários:
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